ASSESSORIA EM COMPOSTAGEM

Todo resíduo orgânico deve ser reciclado e não mais destinado ao aterro sanitário. É isso o que estabelece a Política Nacional de Resíduos  Sólidos (PNRS). É também uma ação que vai ao encontro de pelo menos 3 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que fazem parte da Agenda 2030 da ONU.

A realidade, no entanto, ainda está longe de cumprir com as expectativas. Atualmente menos de 2% dos resíduos orgânicos são reciclados no Brasil. A maior parte vai parar em aterros sanitários e lixões, o que provoca a contaminação do solo e das águas subterrâneas e a emissão de maus odores, além de favorecer a proliferação de doenças e de contribuir com a emissão de gases de efeito estufa e, consequentemente, com o aquecimento global.

É possível contornar este cenário com uma solução simples e eficaz: a COMPOSTAGEM. A lei prevê que os responsáveis pela gestão de resíduos para cumprir a PNRS são todos os que participam do ciclo de vida de um produto, de empresas a consumidores, do setor público ao privado.

Qual a postura da sua empresa ou instituição perante este cenário?

Quando uma empresa, um empreendimento hoteleiro ou uma instituição de ensino  adota a gestão dos resíduos orgânicos, além de cumprir com a legislação ambiental e evitar sanções e multas, ainda contribui para a saúde pública e assume uma maior responsabilidade ambiental, reduzindo as emissões de carbono e melhorando sua imagem perante o mercado e a sociedade.

 

A gestão do seu município está tratando os resíduos orgânicos?

Pátios de compostagem municipais, ainda que em escala piloto, já são uma realidade em cidades como São Paulo e Florianópolis. Além de se adequarem à PNRS, os municípios que tratam os resíduos orgânicos em pátios de compostagem têm ganhos econômicos e ambientais significativos. Ao desviar dos aterros sanitários um volume considerável de resíduos, diminuem o deslocamento de caminhões e emissões de dióxido de carbono. Além disso, o composto gerado nos pátios pode ser utilizado como insumo em jardins e praças públicas.

O que é compostagem?

A compostagem, segundo a resolução CONAMA n° 481/2017, é um processo de decomposição controlada dos resíduos orgânicos, ou seja, é uma técnica de transformação dos resíduos orgânicos em adubo. Há diversas formas de fazer compostagem, uma delas é através do Método UFSC, utilizado pelo Cepagro.

compostagem
leiras construída no método UFSC de compostagem

Método UFSC de compostagem

O Método UFSC se utiliza de materiais de fácil acesso (palha, serragem e/ou poda picada) para criar um ambiente com altas temperaturas (termofílico), circulação de ar (aeróbio) e inodoro para transformar os resíduos em adubo. Ou seja, compostagem envolve calor, oxigênio e não dá cheiro. É um método ideal tanto em escala doméstica quanto institucional e corporativa.

Por que implantar a compostagem?

Adequação à Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010)

Baixo custo de implantação e operação

Redução na emissão dos gases do efeito estufa

Contribui com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Contempla todo tipo de resíduos orgânicos produzido

Geração de adubo com potencial agrícola

Como o Cepagro realiza assessoria em compostagem?

Para mais informações, entre em contato através do compostagem@cepagro.org.br.